sábado, 30 de novembro de 2013

Diga NÃO à estatização!

É bastante interessante a fé cega que muitas pessoas depositam no Estado e nos serviços oferecidos por ele. Este texto vem apenas expor uma lacuna que existe no que tange a este assunto. Vamos tentar enxergar o quanto os serviços estatais são altamente prejudiciais à sociedade. Serviços estatais causam:

1- Altos Impostos:
Quando o governo é dono das empresas ligadas à economia, estas sempre sofrem com corrupção ou ineficiência por partes de seus servidores. A corrupção ou gastos, devido mal exercício dos funcionários públicos, sempre geram um déficit que, pra ser pago, o governo sempre recorre aos tributos fazendo o cidadão pagar a conta através de impostos. Sendo assim, as empresas estatais sempre tem um “fundo monetário eterno” para se recuperar do déficit que são os tributos que os cidadãos pagam. 

2- Monopólio:
É curioso como os “defensores do estado” criticam as empresas capitalistas que exercem monopólio, mas julgam que seria melhor que o estado monopolizasse tudo: correios, educação, saúde etc. Será que eles não percebem a tirania que o monopólio estatal representa? Como o governo detém o monopólio do serviço, ele pode cobrar a taxa que quiser e oferecer o produto mais porco que desejar. Há aqueles que dizem que para melhorar o serviço público só precisamos "investir mais nos servidores" dando a entender que se aumentarmos o salário dos funcionários públicos para 20 mil reais para cada um, logo os serviços públicos se tornarão uma "maravilha". Você não é tão ingênuo a ponto de acreditar nisso, é?

3- Ineficiência:
As entidades estatais (bancos, empresas etc) são, na verdade, verdadeiros cabides de empregos nas quais os políticos colocam dentro delas todos os amigos e parentes que quiserem (ao contrário de empresas privadas que só contratam funcionários técnicos especializados justamente por visarem à eficiência).

4- Corrupção:
É sempre assim e qualquer país do mundo, as empresas estatais sempre estarão envolvidas em escândalos de nepotismo, fisiologismo, peculato (fora as constantes greves feitas todos os anos). E isso é preocupante porque essas empresas são sustentadas com nossos impostos. Por isso devemos privatiza-las, pois empresas privadas não são sustentadas com impostos (menos um problema para nos preocuparmos e nosso bolso agradece).

5- Ausência de punição por péssimos serviços:
Se uma empresa privatizada oferece péssimos serviços ou preços altos muito além do mercado, é mais fácil puni-la com multas altas e diárias. Já as empresas estatais, quem consegue punir o Estado? E se os funcionários da empresa privada tiverem péssimo desempenho ou forem corruptos, rapidamente serão demitidos ou processados. Diferente do que acontece em empresas do governo, onde este passa a mão na cabeça do seu funcionário público corrupto e quase nunca o demite.


CONCLUSÃO:

Estatização = ineficiência, monopólio, corrupção e altos impostos




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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Por que devemos apoiar privatizações?

Que as empresas privadas são mais eficientes do que as públicas, disso ninguém tem dúvida. Basta o povo comparar escolas públicas com escolas privadas, hospitais públicos com hospitais privados etc...as empresas privadas possuem melhor infraestrutura, atendimento mais rápido, respeitam mais o cliente(pois têm medo de serem processadas). Então porque os brasileiros tem medo de privatizações? o argumento dos opositores é de que "se privatizarmos tudo, os pobres não terão acesso à esses serviços". Mas será que esse argumento se sustenta? será verdade?

Existe na economia um principio chamado de Livre Concorrência. Esta lei afirma que num ambiente de livre concorrência, as empresas que tiverem poucos clientes baixarão os seus preços para atraí-los, ao passo que as empresas que forem gradativamente perdendo seus antigos clientes também serão forçadas a baixar seus preços para que seus clientes voltem. Desta forma, as empresas entram numa disputa para atrair clientes baixando cada vez mais os preços até que eles atinjam valores populares.

Foi exatamente isso que ocorreu no nosso setor da telefonia! Quando a telefonia foi privatizada no Brasil havia rumores de que somente a “elite” teria acesso a telefones enquanto o povão ficaria excluído tendo em vista que “os empresários iriam aumentar absurdamente os preços dos telefones e seus serviços”. Foi isso que aconteceu? NÃO. Muito pelo contrário! As pesquisas realizadas indicam que hoje em dia cada brasileiro tem cerca de 2 telefones celulares e as tarifas telefônicas são super baratas. Hoje todo mundo fala e envia mensagens-torpedos durante o mês inteiro gastando muito pouco por mês. E por que isso aconteceu? Já foi explicado: no intuito de atrair os clientes, as empresas abaixam os preços dos seus produtos e as rivais que perdem clientes são forçadas a fazer o mesmo. Foi desta forma que a telefonia se popularizou. O povo não ficou excluído. Pelo contrário, a privatização popularizou a telefonia!

O mesmo fenômeno de queda de preços seria observado no setor da saúde, por exemplo, a disputa entre os hospitais num ambiente de livre concorrência faria os preços despencarem. A prova disso pode ser vista nesta reportagem aqui:


Médicos abriram uma enorme clínica particular na favela Heliópolis a preços de 40 Reais consulta simples e 60 reais para consultas com especialistas. E ambos os valores podem ser parcelados, caso o cliente assim o deseje. Imagine o quanto os preços baixariam mais ainda se os impostos fossem diminuídos!

Chega de pagarmos altos impostos para termos serviços públicos ineficientes! A privatização num mercado de livre concorrência populariza os preços e é altamente benéfica para o povo!





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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Como os impostos empobrecem a população

Muitas pessoas tem dificuldade de enxergar como os impostos empobrecem a população. Para tentar deixar isto bem evidente, vamos colocar assim: imagine que o governo cobrasse 100% de imposto sobre a tua renda, ou seja, o governo ficaria com todo o teu salário. Isto certamente te deixaria pobre não é mesmo? Expondo a situação desta forma, tudo fica mais claro.

Pouco importa a quantidade de impostos que o governo cobre de você, o imposto é e sempre será uma forma de roubo legalizado pela jurisdição. É também uma forma de expropriação da sua propriedade. Entretanto, este blog não defende o fim dos impostos e nem do Estado (não defende anarco-capitalismo), mas apenas a redução de ambos.

É por este motivo que esta página critica tanto a excessiva carga tributária deste país. Afinal os brasileiros pagam:

- 50% de impostos sobre automóveis;
- 54% de impostos sobre a telefonia
- 70% de impostos sobre jogos eletrônicos
- 35% de impostos sobre bicicletas e ar-condicionados
- ate 50% de impostos sobre eletrodomésticos


Há quem diga que devemos apenas aumentar os impostos para os ricos. O problema é que empobrecer os ricos não torna os pobres ricos. Pelo contrário, quando os ricos são taxados com altos impostos 2 fatos ocorrem:

1- As empresas dos ricos vão à falência e eles acabam tendo que demitir os funcionários que agora terão que viver de bolsas assistencialistas que são pagas por outros trabalhadores igualmente pobres.

2- Os ricos fogem para outros países levando sua fortuna que poderia ser usada na poupança para gerar riqueza ao país. Assim foi o caso do ator Gerard Depardieu que fugiu da França após o governo ter aumentado os impostos.
Aqui temos algumas reflexões sobre os impostos sobre os ricos. Vale a pena conferir:

Nenhum imposto é neutro; qualquer imposto sempre afetará os mais pobres
porque todos devem ser a favor de diminuir os impostos para os "ricos"

Outro problema causado pelos impostos é o fato de que quando eles são altos, a população tem dificuldade de poupar dinheiro. A economia é uma mistura destes fatores: de um lado o consumidor precisa comprar os produtos de sua necessidade; e de outro ele também precisa poupar dinheiro caso surja alguma emergência ou eventualidade.

Se há uma contestação na qual todos os economistas concordam de forma unânime é: todos os países que se tornaram desenvolvidos foram acumulando números altíssimos em termos de poupança! A poupança realizada por alguns clientes de bancos servirá como empréstimos para outros abrirem ou ampliarem seus negócios. Não há nenhum mistério nisto.

Chega de altos impostos sufocantes e números ridículos na poupança: Precisamos de reforma tributária já!




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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Estado-mínimo é a solução contra corrupção

A premissa básica que o leitor deve saber para entender este singelo texto é a seguinte: O Estado é sustentado com os nossos impostos (dinheiro público). Assim, quanto mais Estado e funcionalismo público mais impostos a população terá que pagar. E creio que maioria das pessoas já tenha percebido que quanto maior é o Estado, maior é a roubalheira do dinheiro público, não é verdade?

Atualmente no Brasil temos 39 ministérios, 513 deputados federais, 81 senadores. Sem contar os milhares de vereadores espalhados pelos municípios do país, órgãos e secretarias estaduais e municipais em cada Unidade Federativa (UF). Tenho certeza que o leitor imagina a roubalheira que deve ser um país com excesso de funcionalismo público feito o Brasil (a maioria dos ministérios, órgão e secretarias são instituições inúteis que servem apenas como cabide de empregos dos “companheiros”). Agora tente imaginar um país com apenas 5 ministérios27 senadores. Certamente seria um país menos corrupto não acha? É uma questão de lógica: quanto mais Estado e funcionalismo público maior é a quantidade de dinheiro público desviado em corrupção; e quanto menos Estado menor é a corrupção. Este é um fato auto-evidente que muitas pessoas parecem não enxergar mais.
Portanto, se você eleitor pretende lutar contra a corrupção, uma dica:

Vote somente em políticos que apoiem o Estado-Mínimo!


Foto: Curta Movimento Contra Corrupção





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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Vídeos sobre o Capitalismo


Daniel Fraga - eu apoio o capitalismo!




Fábio Ostermann - aula sobre Capitalismo







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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A Previdência Social brasileira - um esquema fraudulento de pirâmide

 


1 - A PIRÂMIDE

Praticamente todas as pessoas já ouviram falar no esquema da pirâmide, mas não custa nada lembrar como funciona esse esquema fraudulento que, segundo análise, causa prejuízo em 84% dos participantes.
A pirâmide, segundo a wikipedia[1]é um modelo comercial não-sustentável que envolve basicamente a permuta de dinheiro pelo recrutamento de outras pessoas para o esquema sem que qualquer produto ou serviço seja entregue.  A idéia básica por trás do golpe é que o indivíduo faz um único pagamento, mas recebe a promessa de que, de alguma forma, irá receber benefícios exponenciais de outras pessoas como recompensa.  Claramente, a falha fundamental é que não há benefício final; o dinheiro simplesmente percorre a cadeia, e somente o idealizador do golpe (ou, na melhor das hipóteses, umas poucas pessoas) ganham trapaceando seus seguidores.
Pondo esse esquema em prática, uma pessoa ganha uma certa quantia de um grupo de pessoas, e esse grupo de pessoas ganharia a mesma quantia de um segundo grupo de pessoas, que depois ganhariam a mesma quantia de um terceiro grupo de pessoas, e assim sucessivamente.
O problema óbvio desse esquema de pirâmide é que ele cresce em progressão geométrica — ou seja, se são necessárias, em tese, seis pessoas para se pagar a quantia acertada para uma pessoa, serão necessárias trinta e seis pessoas para se pagar a quantia acertada para o grupo de seis, e assim por diante.
Em um esquema de pirâmide em que seis pessoas suportam uma, o décimo-terceiro grupo já seria maior que toda a população mundial (esse grupo seria composto por pouco mais de 13 bilhões de pessoas, mais que o dobro da população mundial).
Logo, é um esquema absolutamente fraudulento, posto que é insustentável[2].
Por conta disso, a maioria dos países do mundo editou leis que declaram esse tipo de esquema ilegal.  No Brasil, a Lei Contra a Economia Popular[3] (Lei nº 1.521/51) tipifica esse crime no seu art. 2º, inciso IX, assim disposto:
Art. 2º. São crimes desta natureza: 
IX - obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos ("bola de neve", "cadeias", "pichardismo" e quaisquer outros equivalentes);
Mas, por incrível que pareça, enquanto particulares não podem praticar esse esquema, o governo pode sem o menor problema, através de um órgão chamado Instituto Nacional da Seguridade Social.  O nome desse esquema de pirâmide é "previdência social".

2 - A PREVIDÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA 
A previdência social é um seguro público, coletivo, compulsório, mediante contribuição e que visa cobrir os seguintes riscos: incapacidade, idade avançada, tempo de contribuição, encargos de família, morte e reclusão[4].
Sendo um seguro público, coletivo, e compulsório, ele é administrado pelo governo e todos os trabalhadores economicamente ativos devem aderir a ele de maneira forçada, sob pena de crime, tipificado no Código Penal no art. 337-A, com pena de dois a cinco anos, além de multa e do pagamento da quantia principal devida.
A Constituição diz que o seguro é pago mediante contribuição, o que é um eufemismo, pois contribuição é um termo que pressupõe voluntariedade, ou seja, a pessoa contribui para alguma coisa, em tese, apenas se ela quiser, o que não é o caso.  Portanto, a melhor palavra para esse pagamento seria imposto, pois é uma imposição estatal o seu pagamento, mas vamos manter a palavra original para não confundir o leitor.
A previdência social brasileira concede hoje dez tipos de benefícios: (i) auxílio-doença; (ii) auxílio-acidente; (iii) aposentadoria por invalidez; (iv) aposentadoria por idade; (v) aposentadoria por tempo de contribuição; (vi) aposentadoria especial; (vii) salário-maternidade; (viii) salário-família; (ix) pensão por morte; e (x) auxílio-reclusão.
Divide-se hoje em dois regimes: (i) o regime geral de previdência social, para os trabalhadores do setor privado; e (ii) regime próprio de previdência social, para os trabalhadores do setor público.
O custo do sistema previdenciário brasileiro é pago por quatro entes: (i) pelos trabalhadores (através de contribuição sobre o quanto ganha, que vai de 7,65% a 20% do salário-de-contribuição, dependendo do tipo de segurado); (ii) pelas empresas empregadoras (através de uma série de tributos, como COFINS, CSLL, SAT, entre outros), (iii) por parte da receita proveniente de loterias e (iv) pelo Governo.

3 - A PREVIDÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA E O ESQUEMA DE PIRÂMIDE NO SETOR PRIVADO
Como visto, o regime de aposentadoria dos trabalhadores privados é o regime geral de previdência social. Esse regime é pago por eles e pelas empresas que os contratam.  No caso de trabalhadores autônomos, os próprios pagam a sua previdência.
O espírito do sistema é o seguinte: o trabalhador de hoje paga pela aposentadoria do aposentado atual para que, quando ele se aposente, o trabalhador do futuro pague por sua aposentadoria.
Agora vejam a semelhança entre esse sistema e a pirâmide fraudulenta: na pirâmide, um grupo originário, que não desembolsou absolutamente nada, recebe uma certa quantia de outro grupo (necessariamente maior), e esse grupo fica na expectativa de que outro grupo, ainda maior, pague a mesma quantia ao grupo intermediário, e assim sucessivamente.  No sistema previdenciário, um grupo original de aposentados passou a receber uma aposentadoria sem ter pago qualquer quantia[5], às custas do grupo de trabalhadores ativos da época, e esses trabalhadores ativos da época se aposentaram, esperando que os trabalhadores ativos posteriores pagasse suas aposentadorias, sendo que esse último grupo, como visto, precisa ser muito grande para poder suportar esse pagamento.
Ora, sem que haja uma progressão geométrica no número de trabalhadores entre uma geração e outra, esse sistema invariavelmente quebrará.  E efetivamente não há como esse sistema não quebrar, por dois motivos: (i) a geração seguinte em regra não cresce suficientemente e (ii) mesmo que crescesse, essa geração precisaria ocupar empregos em uma taxa próxima dos 100%, e a economia de um país pode não crescer o suficiente para absorver toda a mão-de-obra disponível.
Ainda sobre a questão da geração de empregos, o IPEA[6] afirma que, de acordo com os estudos do IBGE, a população brasileira chegará ao seu pico populacional em 2030, com cerca de 206 milhões de habitantes.  A partir dessa data, o país tenderá a possuir uma população estável de cerca de 200 milhões de pessoas, e a sociedade envelhecerá como um todo.  De acordo com essas projeções, em 2030 estima-se que haverá 1,1 trabalhadores economicamente ativos para cada aposentado.  Ou seja, praticamente haverá um trabalhador por aposentado.  Isso significa, de fato, que uma pessoa terá de trabalhar por duas, o que inviabiliza qualquer sistema previdenciário, concebido originalmente para funcionar em um sistema de dois trabalhadores por aposentado.
O sistema previdenciário, portanto, é um sistema fraudulento de pirâmide que nunca deveria ter sido criado, e que levará, inevitavelmente, a uma falência do Estado brasileiro, até porque nos tempos atuais, sem essa proporção de 1:1 entre trabalhadores e aposentados, o déficit entre o que é arrecadado e gasto pela previdência passa dos R$ 42 bilhões anuais[7].

4 - A PREVIDÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA E O ESQUEMA DE PIRÂMIDE NO SETOR PÚBLICO
A questão do servidor público sempre foi muito controversa no âmbito do direito previdenciário.  Como o trabalhador privado não recebe pelo estado, fica muito fácil individualizar a quantia paga por esse trabalhador e ver qual o destino dessa quantia, no caso o INSS.  Já o servidor público recebe seu ordenado da mesma fonte para a qual terá de pagar a sua contribuição.  Do ponto de vista administrativo, o que o governo fazia era simplesmente descontar a contribuição do pagamento do servidor na fonte.  Ou seja, o servidor efetivamente pagava sua contribuição, mas esse dinheiro não ia para qualquer fundo, deixando ainda mais claro nesse caso o caráter piramidal desse esquema, pois o desconto do futuro servidor daria espaço no orçamento para o pagamento do antigo servidor.
Como é sabido, os privilégios do setor público são flagrantes no Brasil, e um desses privilégios era a aposentadoria integral e paridade com o servidor ativo, até que a EC 41/2003 (a segunda reforma da previdência) acabou com esse expediente.  Essa emenda cria um teto para o servidor público, e o que excedesse essa quantia só seria pago por fundos de pensão pagos por fora pelo servidor.  Esses fundos seriam criados por lei.  A lei até hoje não foi elaborada e o servidor público hoje se aposenta pela média das contribuições, acabando por se aposentar com salário quase integral e com reajuste pela inflação.
Obviamente que a conta aqui fecha menos ainda.  Estima-se que a quantia gasta pelo INSS para o aposentados da iniciativa privada é a mesma gasta pelo governo para os aposentados servidores públicos, só que o primeiro corresponde a 22 milhões de pessoas, e o segundo a dois milhões de pessoas, ou seja, os servidores públicos aposentados correspondem a 10% dos beneficiários do INSS, mas consomem a mesma coisa, o que significa que, na média, um servidor público aposentado ganha dez vezes mais que um trabalhador da iniciativa privada.

5 - OUTRAS CRÍTICAS À PREVIDÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA
Além de ser um esquema fraudulento de pirâmide, ou seja, inerentemente imoral e ineficaz, a previdência social possui outras distorções flagrantes que são ignoradas pelo grande público.
O grande economista Milton Friedman, da Escola Econômica de Chicago[8], em grande ensaio[9], prova que o sistema previdenciário redistribui dinheiro dos pobres para os ricos.  De fato, pessoas das camadas mais pobres da sociedade tendem, na média, a viver menos que os mais ricos, pois em regra vivem em condições mais insalubres e têm menos acesso a medicamentos, serviços de saúde e alimentos.  Como visto, pobres e ricos proporcionalmente pagam a mesma coisa, mas como o dinheiro pago não retorna diretamente para o pagador, e sim vai para o sistema, só retornando caso o pagador envelheça ou tenha algum tipo de sinistro, em média pessoas mais ricas tendem a se beneficiar da previdência por mais tempo que pessoas pobres.
Além disso, servidores públicos, que já recebem, em virtude de sindicatos e grupos de pressão, salários mais altos por menos trabalho, recebem aposentadoria muito superior à do setor privado contribuindo muito menos para o sistema.
Por fim, além de ineficiente, a previdência social é um verdadeiro antro de pessoas inescrupulosas ávidas por desviar recursos para fins próprios. Provavelmente é a instituição mais fraudulenta do Brasil. Recorrentemente funcionários do INSS descobrem que beneficiários já faleceram e recebem por eles. Pessoas fantasmas também são inventadas, junto ao sistema, para fins de desvio, entre outras fraudes.
E isso ocorre por um motivo muito simples: dinheiro que é de todos, no Brasil, é dinheiro de ninguém.

6 - CONCLUSÃO
Esse esquema fraudulento ruirá, pois um esquema de pirâmide não subsiste sem que a sua base cresça e, como vimos, a população brasileira tende a crescer menos e, por fim, se estabilizar, isso sem contar que a previdência já é deficitária hoje, mas por enquanto consegue subsistir com o desvio de impostos para esse fim.
A previdência social simplesmente quebrará o Brasil. Pessoas como este autor, que ainda é jovem, não terá a oportunidade de se aposentar, pelo menos não por esse sistema fraudulento.
Estatistas em geral defendem a manutenção desse sistema, ao invés do seu rompimento, pois a existência do INSS faz com que os burocratas tenham verdadeiro poder de vida e morte sobre grande parcela da população, além de ser uma fonte de corrupção.
Para a manutenção desse sistema, estatistas realistas em regra defendem o aumento da idade mínima para aposentadoria, que hoje se encontra em 65 anos para homens e 60 para mulheres. A continuar essa tendência, em alguns anos o IBGE, em estudo "científico", afirmará que a expectativa de vida no Brasil é de mais de 80 anos e a idade mínima de aposentadoria cada vez mais aumentará, até o momento em que poucos privilegiados poderão curtir o final da vida sem precisar trabalhar. Até mesmo no exterior essa solução, que é paliativa, tem sido adotada.
Essa, decididamente, não é a solução.  E pior: alguns políticos, sem a menor noção de economia, administração pública ou finanças, tem apresentado propostas, no Congresso Nacional, que aumentam cada vez mais o rombo no sistema previdenciário piramidal, como o fim do fator previdenciário e o aumento exponencial do salário mínimo.
Um sistema ético e eficiente passa necessariamente por um sistema de aposentadoria por capitalização, ou seja, o que o trabalhador paga para esse sistema falido não seria descontado, podendo o próprio trabalhador decidir se quer aplicar em um fundo de pensão privado com boas taxas de investimento, sabendo que o dinheiro que vai ser aplicado lá será retornado para ele e podendo se aposentar cedo, ou se quer gastar essa quantia no consumo, responsabilizando-se pela falta de dinheiro no futuro.
Mas como fazer essa transição em um sistema que já possui um déficit de oitenta bilhões de reais anuais?  Como ficam os atuais aposentados, cuja maioria é verdadeira vítima de fraude?
Essa é uma questão, até o momento, sem resposta, mas uma coisa é certa: quando essa bomba-relógio explodir, não haverá dinheiro para ninguém, seja para os aposentados de hoje ou os de amanhã.

TEXTO ORIGINAL

terça-feira, 24 de setembro de 2013

A viabilidade do Padrão-Ouro



O Padrão-Ouro é um sistema monetário no qual os bancos de um país convertem as notas monetárias em termos de valores de ouro. Sob o Padrão-Ouro temos outro fato interessante: cada país tem sua emissão de dinheiro e crédito limitada à quantidade de ouro disponível em seus estoques bancários (nem mais nem menos). Com estas simples explicações podemos constatar que o Padrão-Ouro impede que burocratas manipulem a emissão de dinheiro e crédito reduzindo assim drasticamente o risco de criar uma super inflação.

Segue abaixo diversos links para melhor elucidar o funcionamento do Padrão-Ouro:





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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A doença do sistema de saúde pública

É muito bom navegar pela internet e descobrir de modo empírico, como a lei da livre concorrência é um fato real e funciona perfeitamente. Esta lei afirma que a concorrência entre as empresas faz com que os preços dos produtos e serviços caiam até um nível popular. As empresas que possuem poucos clientes baixam os preços para atraí-los ao passo que as empresas que forem perdendo clientes também serão forçadas a baixar os seus preços. Isto continua até que se atinja um preço extremamente acessível ao povo.Esta notícia aqui comprova a veracidade desta lei. Os médicos cobram 40 Reais para consultas simples e 60 Reais para consultas com especialistas e ambos valores podem ser parcelados!




Portanto, fica evidente que o povo não deve temer privatizações no setor da saúde, os preços vão ficar tão baixos que todos poderão pagar pelos serviços. Temos que eliminar essa mentalidade brasileira de que privatização é maléfica para os pobres, pois esta afirmação é totalmente falsa.
Maléfico mesmo é o povo pagar altos impostos receber em troca serviços públicos nojentos e continuarmos a ver imagens como estas: