segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Mentiras que contam sobre o capitalismo


Que o ensino no Brasil é extremamente decadente é bem verdade e os próprios brasileiros reconhecem este fato. Porém a situação ficar ainda pior quando se aborda o tema “Capitalismo” nas escolas. Os estudantes sofrem um ataque de mentiras que mais se assemelha a uma “lavagem cerebral”, tamanha é a desonestidade intelectual dos professores. O texto a seguir vem desmentir inúmeras falácias contadas por aí a cerca do Capitalismo. Vamos ver uma por uma:


1- O Capitalismo tem que ser controlado pelo Estado:Essa sem dúvida é a mentira mais perversa de todas. Os economistas austríacos foram bastante eficazes em mostrar que o melhor Capitalismo é o liberal, ou seja, aquele em que o Estado não interfere na economia, ou interfere minimamente. A intromissão do Estado na economia é extremamente maléfica e isso pode ser facilmente observado quando o Estado aumenta os impostos, deixando os produtos mais caros e empobrecendo a população ou quando manipula a verdadeira taxa de juro causando distorções no mercado. Quanto mais livre for a negociação entre as pessoas e menos interferência estatal nestas relações, melhor será para as partes envolvidas. Aconselhamos a leitura dos livros “As seis lições” de Ludwig von Mises, “a economia do intervencionismo” de Fábio Barbiere e “Estado? Não, obrigado” de Marcelo Mazilli.


2- O Capitalismo é um sistema excludente: 
No capitalismo você pode abrir o seu próprio empreendimento e tornar-se empresário quando desejar, basta oferecer um bem (produto ou serviço) que os consumidores tenham interesse. Se não tiver dinheiro suficiente para iniciar o seu negócio, um banco pode lhe emprestar. Cada vez que novos empreendimentos são inaugurados, novas pessoas serão contratadas e sairão da zona de desemprego. Os esquerdistas são obrigados a admitir que o Capitalismo é mais inclusivo do que o Socialismo e isso é um fato incontestável.


3- No Capitalismo só o que importa é o lucro:
O lucro é o fator que determina se uma empresa está indo bem e criando riqueza, ao passo que o prejuízo demonstra que ela está indo à falência. Então, é o lucro que guia a ação empresarial de maneira saudável. Eu duvido se alguém no mundo aceitaria trabalhar sem receber o seu merecido lucro. Não devemos esquecer que é através do lucro que os empresários: pagam seus impostos, pagam seus funcionários, renovam estoques, compram máquinas para tornar a empresa mais eficiente e os produtos mais baratos ao consumidor final. O que se conclui na verdade é que o lucro é o fator que gera a prosperidade em qualquer sociedade. Até mesmo no Socialismo o lucro tem que existir obrigatoriamente. (Leia mais no artigo: Condenar o lucro é defender o retrocesso da humanidade


4- O Capitalismo criou as desigualdades sociais:
Muito pelo contrário, foi o capitalismo que acabou com as desigualdades sociais. Na antiguidade, as sociedades eram divididas em classes sociais (normalmente: a nobreza e o povo pobre) e não havia mobilidade social, ou seja, quem era pobre viveria e morreria pobre; e quem era rico viveria e morreria rico. Com a chegada do Capitalismo qualquer pessoa pode tornar-se um empresário como já dissemos anteriormente. Assim, quem é pobre tem a chance de ficar rico (desde que sua atuação no mercado seja excelente) e quem é rico pode ficar pobre da noite para o dia se agir de maneira irresponsável no mercado. Frequentemente vemos na TV pessoas que viviam na pobreza e triunfaram, enquanto pessoas que eram ricas faliram de repente. Essa é a mobilidade social que somente o Capitalismo foi capaz de criar. 


5- O Capitalismo é um sistema altamente poluidor:
Estudos ambientais mostram que o Socialismo é, na verdade, muito mais poluidor do que o Capitalismo (veja o artigo: “Poluição ambiental: Capitalismo X Socialismo”). A China, por exemplo, é considerada um dos países mais poluidores do mundo! Fora esta constatação, devemos olhar o que o Capitalismo vem promovendo em termos de produtos que protegem o meio ambiente: garrafas recicláveis, carros elétricos, ventiladores eólicos, placas solares para obtenção de energia elétrica limpa, computadores e pen-drives que impedem a destruição de milhares de árvores para criação de folhas de papéis etc. Não há dúvidas: o Capitalismo é o sistema que mais protege o meio ambiente.


6- O Capitalismo explora os trabalhadores:
No livre mercado, as pessoas somente realizam trocas quando ambas sentem que sairão ganhando durante este processo. Assim, os empresários desejam obter funcionários para fornecer aos consumidores os serviços e produtos que eles desejam, ao passo que os trabalhadores trocam livremente sua força de trabalho por um salário que tanto desejam. Assim ambos saem ganhando: empresários conseguem mão de obra e os trabalhadores conseguem um salário. Se os trabalhadores aceitam o salário que a empresa lhe oferece é sinal que ele entende que este novo salário o deixará em melhores condições de vida do que antes. A ideia de “exploração do trabalhador” já foi refutada pelos economistas austríacos Carl Menger e Eugen von Böhm-Bawerk. Se o leitor desejar saber mais procure os livros “Princípios de economia política” e “a teoria da exploração do Socialismo-Comunismo” dos respectivos autores.


7- O Capitalismo gera o consumismo:
Ninguém obriga ninguém a consumir. Por acaso existe algum empresário apontando uma arma para a sua cabeça te obrigando a consumir? Os indivíduos compram produtos porque querem, eles são livres para comprar ou evitar comprar. Cabe a eles fazer escolhas, ser responsáveis e arcar com as consequências de suas atitudes diante do mercado.


8- O Capitalismo serve somente para a “elite”:
Se isso fosse verdade não existiriam lojas que vendem produtos a preços bem baixos tais como as de 1,99 R$. O objetivo dessas lojas é justamente fazer com as classes mais baixas possam obter produtos a um preço pequeno. Da mesma forma, as privatizações sempre fazem os preços dos serviços baixarem, pois os empresários que entram no ramo anseiam obter o máximo de clientes possível e aniquilar os rivais, mas para conseguir tal façanha, ele deve baixar os preços dos seus produtos e serviços ao um nível mais popular possível. Após a privatização da telefonia no Brasil, as pesquisas estimam que cada brasileiro possui em média 2 telefones celulares, esta é a popularização do serviço. Devemos lembrar que mesmo o rei mais poderoso e rico da Antiguidade ou Idade Média, não obteve sequer nem metade do luxo que as pessoas possuem hoje graças ao Capitalismo. Reis não tinham telefones, nem televisão, nem ventiladores, nem condicionadores de ar, ou seja, graças ao Capitalismo, hoje vivemos infinitamente melhor do que o rei mais poderoso que o mundo antigo já conheceu.


Se você é um estudante que também ouviu esse amontoado de mentiras por aí, saiba que você não é o único. O objetivo desse texto foi desmascará-las de forma definitiva e esperamos que este objetivo tenha sido atingido. Esperamos também que a sua visão a respeito do Capitalismo tenha mudado.



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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

7 Motivos para você apoiar privatização de bancos e empresas estatais

No Brasil, as pessoas defendem fervorosamente as empresas nacionais (Petrobrás, Correios, Banco do Brasil etc) argumentando que "não podemos privatizar nossas empresas, pois isto significaria entregar nossa riqueza a empresários inescrupulosos". Os brasileiros estatistas, sejam de direita ou de esquerda, usam este argumento dando a entender que a riqueza destas entidades traz riqueza para o bolso de cada indivíduo. Isto é totalmente falso e pessoas mais perspicazes sabem disso. A verdade é que esta riqueza fica, em sua maioria, com o governo e seus funcionários públicos, pois o povo que realmente precisa não vê quase nenhum benefício desta riqueza retornando para si. Anti-privatização: este tipo de mentalidade aqui é praticamente hegemônico e quem ousa defender privatizações é repudiado com violência. No entanto, é curioso que os brasileiros não percebam que é justamente o Estado o causador dos piores males que nossa sociedade sofre (tais como corrupção, altos impostos, fraudes em licitações etc). Não obstante o fato da mídia divulgar inúmeras fraudes nas quais as empresas e bancos estatais estão envolvidos, as pessoas continuam a defender a existência dessas entidades governamentais. O objetivo deste texto é deixar claro como a existência dessas entidades é altamente prejudicial ao Brasil. Apresento-lhes agora alguns dos nefastos problemas que essas empresas e bancos estatais causam a todos:

1- Nepotismo:
Políticos aproveitam o fato de terem acesso fácil a estas entidades e, desta forma, colocam todos os seus parentes nelas, enriquecendo assim toda sua família da noite para o dia,

2- Peculato:
Funcionários públicos indicados pelo governo muitas vezes se apropriam indevidamente do patrimônio público lesando o bolso do povo.

3- Fisiologismo:
Quando o banco ou empresa pertence ao governo, o político tem fácil acesso a estes e usa esta permissão para favorecer seus “amigos” ou dar privilégios a empresa A ou B. Esta é a famosa “troca de favores” entre os camaradas. Eike Batista recebe dinheiro do BNDES. Porque será que bancos privados, como o Santander, não emprestam dinheiro a empresários irresponsáveis do tipo Eike Batista?

4- Greves:
Quase todo ano é a mesma situação: os funcionários públicos paralisam as atividades e a população fica sem receber os serviços básicos que o Estado é responsável por oferecer. Basta pensar o quanto a greve dos correios e bancos estatais atrasam as contas e negociações que a população precisa fazer.

5- Déficits e impostos:
Empresas estatais quando vivem em déficits, ou seja, saldo econômico negativo, quem tapa este “buraco” somos nós cidadãos através de impostos. Isso mesmo: nós sustentamos os bancos e empresas estatais com impostos, mas acho que isso você já sabia, pois é bastante óbvio. Voce sustenta os funcionários públicos e ainda patrocina a corrupção deles com seus impostos.

6- Punição por péssimos serviços:
Este item muitas pessoas já perceberam na prática: é mais fácil processar uma empresa privada do que processar o governo. Pertence ao senso comum as pessoas sentirem raiva de empresas(e isso inclui juízes, advogados, promotores), por isso é tão fácil processá-las. Já o governo, quem consegue vencer um processo contra o governo?

7- Livre-concorrência, preços baixos e mais empregos:

A experiência, em diversos países e inclusive no Brasil, mostra que: quanto mais empresas concorrendo no mesmo ramo mais os preços caem. Qual a explicação? Simples: as empresas que estão com poucos clientes baixam os preços para atrai-los e as outras concorrentes para não perderem seus clientes baixam ainda mais os preços e assim por diante. Esta luta entre as empresas favorece o consumidor que passa a ter serviços mais baratos e melhores também. Soma-se a isto o seguinte fato: quanto mais empresas, mais empregos disponíveis aos brasileiros.

O que fica evidente nestes 7 itens supracitados é que: o Estado é o verdadeiro promovedor da corrupção! Quanto mais Estado mais corrupção e isso é fácil de explicar: o Estado se propõe a realizar serviços para a população recolhendo impostos para custear esta tarefa. No entanto, os funcionários públicos desviam o dinheiro do povo para suas contas pessoais. Se o povo quer diminuir a corrupção, basta diminuir o Estado. Afinal, não é à toa que os países mais liberais na economia são também os menos corruptos!

Você, brasileiro, que paga altos impostos devia ser o 1º a odiar empresas e bancos estatais e funcionalismo público roubalheira! Temos que impedir que políticos tenham acesso a empresas e bancos do governo, justamente para eles não meterem mais a mão na grana pública e o único modo de fazer isso é privatizar. Chega de sermos roubados!

Brasileiros, parem de sentir medo! Com privatizações só temos a ganhar.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Advogado reúne toda a legislação tributária do Brasil e publica livro de 6 toneladas


 

De tão ousada e inusitada, a ideia chegou a ser tachada como uma "verdadeira insanidade" pelos colegas, mas o advogado mineiro Vinícios Leôncio ignorou os descrentes e iniciou há quase duas décadas um projeto para reunir em livro as legislações tributárias do País. 

Movido pela inconformidade com o que considera um excesso de normas, o tributarista queria, a princípio, apenas mostrar de forma simbólica o peso dessa legislação no custo das empresas brasileiras.
Porém, ao agrupar numa publicação toda a legislação nacional, Leôncio acabou por credenciar sua obra ao ingresso no Guinness World of Records como a mais volumosa e com o maior número de páginas do mundo.

Previsto para ser concluído em junho deste ano, o livro conta atualmente com cerca de 27 mil páginas impressas - cada uma delas com 2,2 metros de altura por 1,4 metro de largura. Depois de pronta, a obra pesará 6,2 toneladas para um total de 43.216 páginas, que, se enfileiradas, alcançariam uma distância de 95 quilômetros. 

"A legislação brasileira é muito extensa, mas ela nunca teve visibilidade concreta. Essa foi a ideia, mostrar para a sociedade o tamanho dessa legislação, de um país que edita (em média) 35 normas tributárias por dia útil", destaca Leôncio, um estudioso do assunto. 

"A questão era justificar o peso que tem a burocracia tributária na economia das empresas e procurar saber por que o Brasil é o único país do mundo no qual as empresas consomem 2,6 mil horas anuais para liquidar seus impostos, só de burocracia."

O espírito crítico do advogado em relação ao assunto fica evidente no título que ele escolheu para a obra: Pátria Amada. "Tem de amar muito essa pátria para tolerar isso", ironiza. "Até nós, advogados tributaristas, temos dificuldade de acompanhar esse volume enorme de legislação."

Cruzada:
Leôncio iniciou seu projeto em 1992. Desde então, o advogado mineiro empreendeu uma verdadeira cruzada para viabilizar tecnicamente a empreitada e desembolsou cerca de R$ 1 milhão (aproximadamente 35% desse total foi gasto com impostos, segundo o advogado).

A primeira dificuldade foi encontrar uma gráfica que aceitasse a encomenda. Todas que foram procuradas recusaram. "O Brasil não tem nenhuma impressora com esse padrão."

Com o auxílio de um gráfico amigo, que topou o desafio, a solução encontrada foi adaptar uma impressora de outdoors. Para isso, no entanto, Leôncio precisou enviar emissários à China, que adquiriram equipamentos e importaram tecnologia para a manutenção da impressora. Ele praticamente montou uma gráfica em Contagem, na região metropolitana da capital mineira. 

Após muitos empecilhos, em 2010 os técnicos conseguiram que a máquina imprimisse os dois lados da folha imensa. Em fonte Times New Roman, as letras têm corpo tamanho 18, impressas com tinta de vida útil de 500 anos. O advogado pretende também que a obra possa ser consultada e pediu que um engenheiro aeronáutico desenvolvesse amortecedores para regular a virada das páginas. 

Leôncio, contudo, considera que a maior dificuldade enfrentada foi mesmo a de agrupar as 27 diferentes legislações dos Estados e do Distrito Federal e os mais de 5 mil códigos tributários dos municípios brasileiros. "Em vários municípios, o código ainda está escrito a mão."

Parte do levantamento precisou ser feito in loco. "No auge dessa pesquisa cheguei a ter 45 pessoas trabalhando para mim. Nem todos os municípios têm sites e a legislação disponibilizada eletronicamente. Aí é com correspondência... Mas, mesmo assim, muitas prefeituras não se dispõem a colaborar, fornecer a legislação, embora seja pública."

"Susto". Para mostrar a dimensão de seu projeto, Leôncio afixou algumas páginas na parede da biblioteca de seu confortável e amplo escritório, na região centro-sul de Belo Horizonte. O advogado garante que sua aspiração nunca foi o Guinness Book, mas sim chamar a atenção para a necessidade de uma reforma tributária. 

"Não me passava pela cabeça essa coisa de recorde, mas com o passar dos anos eu fui percebendo que o livro será o maior do mundo", diz, salientando que o atual título pertence a um livro sueco de 2,7 toneladas.
Leôncio assegura também que não espera nenhum retorno financeiro com o projeto. Enquanto apresenta à reportagem gráficos comparativos - que mostram que o tempo anual gasto para o pagamento de impostos no Brasil é muito superior ao de outros países (sejam os dez mais ricos, os dez mais pobres ou mesmo os 15 mais burocráticos do mundo) -, ele observa que espera mesmo é que sua obra leve o próprio Estado a fazer uma reflexão.

"Acho que a sociedade vai levar um susto com isso. A própria classe política, o Fisco, eles não tem noção, em todas as esferas estatais, do tamanho da legislação tributária brasileira."